The Phantom Of The Opera
O ELE (EscrevoLogoExisto) tb é cultura! Essa musica q segue ai em baixo é um versão de "The Phantom Of The Opera" q é atualmente uma das produções mais assistidas nos principais teatros de todo o mundo. E, já q essa uma obra tão boa, ninguém q melhor q a melhor banda do mundo, Nightwish, para fazer essa versão q ficou fodááááastica!!! Espero q vcs gostem! (se alguém quiser a música é só me pedir q eu passo ela pelo MSN)
The Phantom Of The Opera
Nightwish
Composição: Desconhecido
No sono ele cantava para mim, nos sonhos ele vinha, Aquela voz que me chamava, e fala meu nome. Eu sonho de novo? Por agora eu encontro o fantasma da ópera que está aqui dentro da minha mente.
[Fantasma (Marco):]
Cante outra vez comigo nosso estranho dueto; Meu poder sobre você cresce fortemente. E Embora você volte para olhar para trás, o fantasma da ópera está aqui dentro da sua mente.
[Christine (Tarja):]
Aqueles que viram seu rosto recuaram com medo. Eu sou a máscara que você usa,
[Fantasma Marco:]
É a mim que eles ouvem.
[Christine (Tarja) & Fantasma (Marco):]
Seu espírito em minha voz reunidos em um; o fantasma da ópera esta aqui dentro (Tarja) da minha (Marco) da sua mente.
[Vozes:]
Ele é o fantasma da ópera. Cuidado com o fantasma da ópera.
[Fantasma (Marco):]
Em todas suas fantasias, você sempre conheceu esse homem e mistério.
[Christine (Tarja):]
Ambos em você.
[Christine (Tarja) & Fantasma (Marco):]
E neste labirinto onde a noite é cega, o Fantasma da ópera esta aqui dentro (Tarja) da minha (Marco) e sua mente.
[Fantasma (Marco):]
Cante, meu anjo da música!
Escrito por A. L. C. Gonçalves às 19h24
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Mais um texto pela madrugada...
Por que tudo é tão complicado? Por que algumas pessoas machucam as outras? Por que tem tanta gente hipócrita no mundo e na minha vida? Será que um dia eu vou conseguir mudar tudo isso? Será que você é quem penso que é? Eu tenho uma coleção de perguntas sem respostas, um copo de café frio, uma noite inteira pela frente e não me resta nem um pouco de paciência. Não quero escrever versos hoje, nem nada que seja ‘bonitinho’ de se ler, só quero mudar um pouco o que eu sinto. Será que alguém agüenta viver 24 horas na minha cabeça? Tem dias que eu me sinto perdido num mar de idiotas, politicamente corretos, cidadãos respeitáveis com suas cabeças vazias sobre os ombros. Nesses dias eu só quero sumir. Mas também tem vezes em que eu encontro anjos, ilhas de esperança nesse mar de solidão, pessoas que parecem saídas dos nossos sonhos. É isso que ainda me motiva, saber que existem pessoas que realmente valem a pena. Minhas ilhas de esperança. Ainda faz frio aqui. A solidão chegou mais cedo hoje, ela e o seu velho livro de dúvidas. Venha, sente-se amiga, sinta-se em casa, pegue um pouco de café, ainda é cedo, temos muito que conversar... Por que o que é errado parece tão certo? Por que se sentar tão longe se não tem ninguém por perto? Será que é verdade? Por que você tem andado tão longe de mim? A vida me deixa tonto, mas eu me sinto bem do seu lado. Mesmo parecendo que agente esta tão distante, mas eu ainda me sinto bem aqui. E agora o sono chega, os olhos pesam, enfim a derrota, tombo meu rei mais uma vez, eu desisto, você venceu, chega de devaneios por hoje... Durma comigo, amiga solidão, venha comigo, pois agora, só nos resta sonhar...
Escrito por A. L. C. Gonçalves às 01h14
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Olhos, Verdes, Mares
Mares. Verdes mares. Verdes, me perdi em suas águas, me perdi nestes teus olhos. Verdes.Matas de cruel intolerância cercam a
vida dos humanos, fujo disso, temo um dia me perder por estas matas fechadas de medo, tenho medo de morrer entre estas arvores. Verdes. Mares. Sobre os quais me atirei de coração e braços abertos, em busca de uma ilha onde pudesse de encotrar
e onde pudesse admirar a beleza de seus olhos de mar. Verdes. Mar meu, naveguei em suas ondas, me perdi nestes seus olhos e por dias embriaguei-me em teu perfume, deleitei-me em tuas ondas, me perdi nestes teus mares. Olhos. Verdes. Beleza implícita em toda a sua explicita imagem, me perdi por tuas ondas, já não vejo mais a costa, me esqueci de tuas margens, e agora, a deriva, perdido na excelência verde dos teus mares, me confundo com tuas ondas, já não posso retornar, não me digas para voltar para as costas verdes do teu mar, quero morrer na tua beleza, mas não troque a felicidade por incertezas, não deixe alegrias e beijos por um poeta de bares, copos e cervejas, que hoje só escreve devaneios e desejos. Verdes. Mares. Hei de te deixar, por mais que isso me doa, a tuas margens vou retornar. Verdes florestas. Talvez volte para lá, e se for meu destino morrer entre essas arvores, morrerei a escrever e a pensar, em dias frios a saudade virá, quem sabe, até a tristeza possa chegar, mas em algum lugar dos meus versos, teus verdes olhos de mar sempre vão estar. Meus, Verdes, Olhos de mar...
Escrito por A. L. C. Gonçalves às 17h19
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